Saúde, educação e cultura nas periferias

Implantar em todos os bairros desassistidos equipamentos públicos de saúde, educação e cultura suficientes e de qualidade

O que é?

Na cidade de São Paulo os bairros periféricos enfrentam barreiras gigantescas que impedem o desenvolvimento pessoal, profissional e local das pessoas que vivem nessas regiões. A falta de acesso à educação, cultura, esporte e lazer faz crescer exponencialmente as taxas de desigualdade comparadas a bairros mais centralizados e desenvolvidos. Com isso, os índices de desemprego, taxa de mortalidade, gravidez na adolescência e violências impedem essas pessoas de ter oportunidades e direitos iguais para todos os cidadãos.

Por que é importante? 

Garantir equipamentos públicos de qualidade é medida de caráter emergencial. Dentre os 96 distritos analisados pelo Mapa da Desigualdade 2019 da Rede Nossa São Paulo, 53 não possuem espaços de cultura, 54 não possuem cinemas, 43 não possuem teatros, 45 não possuem acervos de livros infanto-juvenis e 47 não tem museus.

Os dados do Mapa da Desigualdade comprovam a falta de acesso dos moradores das regiões mais pobres à educação, cultura e saúde. Brasilândia e Vila Andrade, onde fica Paraisópolis, a segunda maior favela da capital, são os distritos com maior tempo de espera para consultas com clínicos gerais na rede pública. Marsilac tem a maior proporção de óbitos de crianças menores de um ano para cada mil crianças nascidas vivas. Cidade Tiradentes e Marsilac tem a menor idade média ao morrer. Vila Andrade tem também o maior tempo de espera para uma vaga em uma creche municipal.

Como fazer?

Os nossos objetivos dentro dessa meta é garantir nessas comunidades:

  1. – Unidade de saúde de pronto socorro;
  2. – Unidade de saúde para realização de exames;
  3. – Unidade de saúde para realização de consultas;
  4. – Posto de Atendimento a Mulheres com: orientação de profissionais para abuso sexual, violência doméstica e capacitação de microempreendedoras;
  5. – Creches suficientes para a região, de acordo com o número de moradores;
  6. – Escolas técnicas públicas;
  7. – Polos Culturais;
  8. – Ginásios públicos para prática de Esportes;
  9. – Centro de capacitação profissional para todas as idades;
  10. – Criação de praças e centros de lazer com: acessórios para crianças, equipamentos de exercício físico, jardinagem e pista de skate;
  11. – Trazer emprego e renda para aproximadamente mil pessoas em nível técnico e básico que atenderão nas unidades destes equipamentos implementados.

Quem são os responsáveis? 

A nossa meta é pressionar o poder público municipal e suas respectivas Secretarias de Direitos Humanos (SMDHC), Saúde (SMS), Cultura (SMC), Educação (SME), Esportes (SEME) e Desenvolvimento Econômico e Trabalho (SMDET) para garantirem a distribuição de seus recursos orçamentários de forma justa e igualitária com a criação de programas e metas eficazes que tragam direito e dignidade para todos os moradores de regiões periféricas.

Vamos fazer dar certo?

E, claro, para tudo isso sair do papel, precisamos muito da sua ajuda e do engajamento sociopolítico! Vamos juntas e juntos? Assine agora o Manifesto e seja um agente dessa transformação que é tão urgente para a nossa cidade.

A desigualdade social não pode esperar.

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Um pacto social para que a mesma união e mobilização contra o coronavírus, seja empenhada também contra as desigualdades da maior e mais rica cidade do país.
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