Transporte público de qualidade e acessível

Conexão entre todos os bairros e meia-passagem com integração de 12h para pessoas de baixa renda de todas as idades

O que é

A mobilidade urbana é um desafio histórico para São Paulo e até hoje não tivemos uma resolução satisfatória. Isso ocorre porque a cidade foi desenvolvida pensando no transporte individual dos carros, deixando em segundo plano a construção de uma rede de transporte pública e integrada capaz de mudar o comportamento social.

Por que é importante?

Todos os dias mais de 8 milhões de passageiros passam por ônibus, metrôs e trens, de acordo com dados da prefeitura e do governo estadual. A tendência é que o número de usuários diminua devido a uma série de fatores, como a qualidade do transporte e o aumento da tarifa ano após ano. Para se ter uma ideia, segundo o jornal O Estado de S.Paulo, quem precisava comprar tarifa de integração em 2019, gastava um terço de um salário mínimo apenas para ir e voltar do trabalho.

A superlotação também é um grande problema do transporte público. Na estação Capão Redondo, a estação de metrô mais cheia da periferia, são mais de 100 mil pessoas circulando por lá diariamente. Segundo reportagem do UOL, passageiros esperam até 40 minutos para conseguir entrar em um vagão e, mesmo assim, é comum que catracas e plataformas estejam fechadas em horário de pico, dificultando ainda mais a situação dos passageiros.

O acesso ao transporte público também não é fácil para boa parte da população. Segundo pesquisa feita pelo Instituto de Políticas de Transporte e Desenvolvimento (ITDP Brasil) em 2016, só 25% dos moradores de SP tinham ponto de transporte a até 1 km de casa. De lá para cá, vimos algumas melhorias e novas linhas de ônibus, metrô e trem, mas ainda há muito a ser feito.

Lançado em 2016, o Plano Municipal de Mobilidade Urbana de São Paulo é considerado avançado, com metas para 15 áreas diferentes, como construções de corredores e terminais de ônibus, divididas a curto, médio e longo prazo até 2030. Pouco saiu do papel ainda.

Como fazer?

Pressionar nossas lideranças pelo(a):

  1. – Aumento de 20% das frotas de ônibus em horários de pico;
  2. – Aumento do horário de funcionamento das linhas de transporte público para bairros mais distantes;
  3. – Meia passagem para famílias de baixa renda, desempregados e moradores de rua cadastrados;
  4. – Integração de 12h para famílias de baixa renda, moradores de rua e extensão do bilhete do desempregado para ônibus.

Quem são os responsáveis?

A iniciativa seria de competência da Secretaria Municipal de Mobilidades e Transportes de São Paulo.

Vamos fazer dar certo?

E, claro, para tudo isso sair do papel, precisamos muito da sua ajuda e do engajamento sociopolítico! Vamos juntas e juntos? Assine agora o Manifesto e seja um agente dessa transformação que é tão urgente para a nossa cidade.

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